Versão beta do AMÁLIA concluída dentro dos prazos

A garantia é do ministro Fernando Alexandre. O treino e desenvolvimento do AMÁLIA está a ser realizado por cinco instituições de ensino superior públicas, incluindo a Universidade do Minho.

A versão beta do AMÁLIA, o primeiro Modelo de Linguagem em Grande Escala de língua portuguesa de Portugal (LLM Português), estará concluída no final do mês de março. A garantia é deixada pelo ministro da educação, ciência e inovação, Fernando Alexandre, num comunicado enviado esta manhã às redações.

A iniciativa conta com um investimento de 5,5 M€, financiados pelo PRR e tem a duração de 18 meses, ao longo dos quais serão lançadas 3 versões do AMÁLIA. O treino e desenvolvimento do AMÁLIA está a ser realizado por cinco instituições de ensino superior públicas, incluindo a Universidade do Minho.

“A versão beta tem capacidade para receber e interpretar instruções em formato de texto e responder

com base no conhecimento adquirido, não possuindo ainda conhecimento especializado. Esta

versão preliminar servirá como base de treino e desenvolvimento para as duas versões posteriores

– a versão base e a versão multimodal, sendo que, nesta fase, a versão beta estará disponível para

os investigadores dos centros de investigação que fazem parte do consórcio”, pode ler-se no comunicado.

O projeto de desenvolvimento do AMÁLIA é uma iniciativa do Governo, liderada conjuntamente pela

Ministra da Juventude e Modernização e pelo Ministro da Educação, Ciência e Inovação.

A iniciativa em causa conta com um investimento de 5,5 M€, financiados pelo PRR e tem a duração

de 18 meses, ao longo dos quais serão lançadas 3 versões do AMÁLIA; (i) versão beta (1ºT 2025), (ii)

versão base (3ºT 2025) e (iii) versão multimodal (2ºT 2026).

A mesma nota assinala que as entidades que estão a liderar a execução operacional do projeto são: a Agência para a Modernização Administrativa (AMA, I.P.), que é responsável pela gestão da iniciativa e por assegurar

as condições necessárias para a futura disseminação do LLM por todos os seus potenciais

utilizadores públicos e privados, e a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT, I.P.), que é

responsável por coordenar, junto dos centros de investigação, o treino e desenvolvimento do LLM,

assegurar a infraestrutura necessária para o treino e alojamento do LLM, e pelo tratamento e

curadoria dos dados utilizados para este treino e desenvolvimento.

Desta forma, após os 18 meses de projeto, a FCT e a AMA assegurarão a infraestrutura e os

mecanismos necessários para alojamento e disponibilização do AMÁLIA para toda a comunidade,

que estará disponível em open source, de forma gratuita.

O Governo reitera ainda que estas são as únicas entidades envolvidas no projeto de

desenvolvimento do AMÁLIA, não havendo, assim, nenhum envolvimento de entidades privadas. 

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