Governo assegura protocolos de organismos da nova Agência para a Investigação e Inovação

O Governo vai assegurar os protocolos e compromissos com associações de diplomados e investigadores assumidos pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a Agência Nacional de Inovação, que originaram a nova Agência para a Investigação e Inovação.
A garantia foi avançada pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, em resposta a uma pergunta colocada pelo grupo parlamentar do PS sobre a diáspora científica portuguesa.
Nesta resposta, o Governo afirma que vai garantir a plena transição desses instrumentos para a nova entidade, “sem alteração das condições estabelecidas, e promovendo o seu desenvolvimento e expansão sempre que se revele adequado”.
O Governo reconhece que a diáspora científica portuguesa constitui “um ativo estratégico para o desenvolvimento nacional, pela capacidade de gerar conhecimento, inovação e redes internacionais, e está empenhado em estruturar mecanismos que assegurem uma relação contínua, organizada e duradoura com estas comunidades”.
E deu exemplos de como a relação entre os organismos públicos tutelados pelo Governo e a diáspora científica portuguesa tem vindo a ser reforçada, como a celebração de protocolos de cooperação entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e associações de investigadores portugueses no estrangeiro, que “têm permitido apoiar programas de mobilidade, projetos colaborativos e ações de diplomacia científica”.
Na resposta, o Governo refere ainda que está a “trabalhar na definição e implementação de instrumentos que promovam um relacionamento estruturado e permanente com a diáspora científica portuguesa, enquadrados na nova Agência para a Investigação e Inovação (AI2), com o objetivo de reforçar a articulação entre ciência, tecnologia e inovação e assegurar uma ligação sistemática a estas comunidades”.
LUSA
