Incêndios. Cerca de uma centena de concelhos em perigo máximo

Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Bragança, Braga, Vila Real, Porto, Viseu, Guarda, Coimbra, Santarém, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

Cerca de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 13 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, à semelhança de segunda-feira, segundo o IPMA.

Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Bragança, Braga, Vila Real, Porto, Viseu, Guarda, Coimbra, Santarém, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou ainda em perigo muito elevado e elevado todo o restante território do continente, à exceção de mais de uma dezena de concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa e Setúbal.

O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.

Portugal continental tem estado a ser afetado por uma onda de calor, com temperaturas a ultrapassar os 40 graus Celsius em algumas regiões do país.

Na segunda-feira, o Governo decretou a prorrogação da situação de alerta em vigor, desde as 00h01 desta terça-feira até às 23:59 de quinta-feira em dez distritos de Portugal Continental, informou o Ministério da Administração Interna (MAI), em comunicado.

A decisão abrange os distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro e justifica-se com “a manutenção da onda de calor” e com “previsões meteorológicas ainda de grande adversidade para os próximos dias nos distritos do interior do país”, lê-se.

A hipótese de as temperaturas máximas superarem 35 graus Celsius, a humidade relativa do ar inferior a 20%, em especial no Algarve, no interior e no vale do Tejo, a possibilidade de trovoada seca e as eventuais rajadas de vento superiores a 40 quilómetros por hora incluem-se entre as explicações do Governo para prolongar uma situação que vigora desde sexta-feira.

LUSA

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