Núcleo Norte da Liga Contra Cancro atribui novas bolsas de investigação clínica

O núcleo Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC-NRN) distingue hoje três projetos de investigação clínica na primeira edição de um conjunto de bolsas cujos nomes visam homenagear pessoas emblemáticas da fundação e da história da instituição. Em declarações à agência Lusa, o presidente do LPCC-NRN, Vítor Veloso, avançou que estas novas bolsas de investigação […]

O núcleo Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC-NRN) distingue hoje três projetos de investigação clínica na primeira edição de um conjunto de bolsas cujos nomes visam homenagear pessoas emblemáticas da fundação e da história da instituição.

Em declarações à agência Lusa, o presidente do LPCC-NRN, Vítor Veloso, avançou que estas novas bolsas de investigação clínica chamar-se-ão João Santos Ferreira, fundador do Núcleo Regional do Norte, Cardoso da Silva, pioneiro no desenvolvimento da oncologia em Portugal, e Maria Helena Quinta, fundadora do Voluntariado da Liga.

Já os projetos vencedores são na área na deteção precoce do cancro da bexiga (Faculdade de Medicina do Porto), biomarcadores no cancro da próstata (IPO do Porto) e ‘cart-cells’ e a monitorização de doentes pós esse tratamento (IPO do Porto).

Cada projeto receberá um financiamento de 15 mil euros.

“Entendemos que era a altura de homenagear pessoas que tiveram uma importância fundamental, não só na origem da Liga, mas inclusivamente na origem do IPO [Instituto Português de Oncologia]”, disse Vítor Veloso.

Quanto aos trabalhos distinguidos, o presidente do LPCC-NRN destacou que são trabalhos que “podem promover avanços que mais tarde podem vir a constituir grandes conquistas sobretudo na terapêutica”.

“Todas as descobertas são extremamente importantes quer ao nível da investigação, quer ao nível da clínica. Estes são trabalhos dedicados ao doente, num tempo mais curto”, referiu.

Já num resumo enviado à agência Lusa, o LPCC-NRN descreve a iniciativa de atribuição de um conjunto novo de bolsas justificando que estas “destinam-se a apoiar e financiar projetos clínicos na área da oncologia que procurem avanços no conhecimento e melhores respostas no tratamento da doença”, destacando que “cada projeto inclui uma equipa multidisciplinar e tem uma implicação prática no doente”.

LUSA

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