UMinho aposta na parceria com empresas e antigos alunos para reforçar requalificação das residências

A responsável exemplificou esta tipo parceria como a que decorreu esta quarta-feira com a doação de nove conjuntos completos de cozinha — incluindo panelas, frigideiras e utensílios de corte — destinados a equipar os espaços de convívio, permitem melhores para os alunos que vivem no local

Os Serviços de Ação Social da Universidade do Minho (SASUM) continuam a apostar na requalificação gradual de condições para os estudantes que vivem nas residências universitárias. Além das obras em curso nas novas residências em Braga e Guimarães, a instituição continua a apostar em diferentes níveis em respostas solicitadas pelos utilizadores, com ênfase para a residência universitária de Santa Tecla.

Alexandra Seixas, administradora dos SASUM, explicou que os blocos D e E do local como as prioridades atuais por serem “blocos mais críticos”, revelou ainda a escala do investimento necessário, que ultrapassa o “meio milhão de euros para cada bloco”. Por isso, a instituição tem procurado envolver antigos alunos em ações de mecenato que contribuam para as respostas sociais prestadas junto da comunidade académica.

A responsável exemplificou esta tipo parceria como a que decorreu esta quarta-feira com a doação de nove conjuntos completos de cozinha — incluindo panelas, frigideiras e utensílios de corte – pela empresa Jomafe destinados a equipar os espaços de convívio, permitem melhores para os alunos que vivem no local

Para os estudantes, o impacto é imediato. Um dos representantes da Comissão dos Residentes, Tomás Silva, sublinhou que esta doação “vai ser um apoio muito grande”, referindo que a distância para a cantina e a falta de equipamentos dificultavam o dia a dia. “Fica muito mais fácil para fazer as nossas refeições”, acrescentou.

Este esforço de melhoria, incluiu, segundo o pró-reitor para a Participação Universitária e Ligação ao Território, Carlos Videira, a transformação de antigos bares em espaços de cozinha, para garantir que a resposta das residências esteja “cada vez mais em consonância com aquilo que é a procura dos públicos que as utilizam”. Os alunos têm demonstrado, ressaltou, necessidades específicas, nomeadamente “ao fim de semana, porque as cantinas não estão abertas, ou porque pretendem utilizar estes espaços em horários durante a semana em que as cantinas já estão fechadas”.

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Marcelo Hermsdorf
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Jornalista na RUM

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Carolina Damas
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