gnration celebra 13 anos com 12 horas de programação gratuita no Open Day

Ao longo de mais de 12 horas, o gnration volta a abrir as portas à cidade para celebrar o seu décimo terceiro aniversário. O habitual ‘open day’ serve de montra para o trabalho desenvolvido pelo espaço bracarense ao longo do ano.
Segundo o diretor artístico, Ilídio Marques, este dia aberto tem servido para mostrar o trabalho desenvolvido pela instituição numa escala maior, convidando o público que não frequenta o espaço com regularidade a descobrir as propostas apresentadas.
A programação arranca às 10h00 com “duas instalações de alunos do mestrado Media Arts da Universidade do Minho“, seguidas, ao início da tarde, por uma estação de experimentação promovida pelo Circuito. O programa expositivo conta ainda com as obras ‘Becoming a Simulated Book’, de Mariana Gomes, e ‘Interferência Humana’, de Fernando Kopp.
No plano musical, o final de tarde marca o “regresso a Portugal do James Blackshaw”, mas o grande destaque da noite acontece na Praça, que recebe Bonga, descrito como a “lenda viva da música angolana e um dos nomes maiores da música africana”. A programação prossegue “até pela noite dentro” com as atuações de Femme Falafel e Uncle Gueispar and the Oompa Loompas, culminando com as batidas de Aunty Rayzor e dois dj sets, da DJ Saia e o Rádio Cacheu“.
Ilídio Marques refere que, desde 2014, o gnration tem-se consolidado como “um espaço de referência internacional”, especialmente pelo seu foco na “relação entre a arte e a tecnologia”. Este esforço contínuo na criação contemporânea foi decisivo, recorda, para o reconhecimento global da cidade, sendo que deste trabalho focado nas Media Arts “resulta hoje o título que a cidade detém de Cidade Criativa da UNESCO”.
