Governo nomeia Conselho de Administração da Agência para a Investigação e Inovação

Em funções desde 01 de janeiro, a AI2 foi criada no âmbito da reforma do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) e resulta da fusão da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e da Agência Nacional de Inovação (ANI).

O Governo nomeou esta quinta-feira o Conselho de Administração da nova Agência para a Investigação e Inovação (AI2), que será presidido por João Barros, professor catedrático da Universidade do Porto.

Em comunicado, o Conselho de Ministros refere que, além de João Barros, o Conselho de Administração da nova agência será composto por Teresa Pinto Correia, Maria Moura Oliveira, António Bob Santos e Luís Sarmento.

Em funções desde 01 de janeiro, a AI2 foi criada no âmbito da reforma do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) e resulta da fusão da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e da Agência Nacional de Inovação (ANI).

O presidente da nova agência é doutorado em Engenharia Eletrotécnica e Tecnologias de Informação pela Universidade Técnica de Munique, Alemanha, e é atualmente professor catedrático na Universidade do Porto e na Carnegie Mellon University – Africa, Ruanda.

Numa informação enviada à Lusa, o MECI sublinha que “a escolha de João Barros para a presidência da AI2 reflete uma aposta num perfil líder com um percurso sólido na ligação entre investigação científica e inovação tecnológica”.

Teresa Pinto Correia, doutorada em Ecologia da Paisagem pelo Instituto de Geografia, Universidade de Copenhaga e professora catedrática na Universidade de Évora, foi nomeada vice-presidente com o pelouro da investigação.

A vice-presidência para a área da inovação fica a cargo de Maria Moura Oliveira, diretora executiva de Negócios e vogal da Direção da UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto.

António Bob Santos, que integrava até agora o Conselho Diretivo da FCT, e Luís Sarmento, fundador e diretor executivo da Inductiva Research Labs, serão os vogais executivos da nova agência.

Segundo o MECI, o Conselho de Administração da AI2 contará com um financiamento plurianual assente numa carta de missão e num contrato-programa para o período 2027-2031, estando em curso a discussão das prioridades nacionais de investigação e inovação.

“A partir dos contributos recolhidos, após consulta pública de toda a comunidade e da sociedade civil, o Governo irá identificar as áreas estratégicas de aposta nacional”, refere o MECI, adiantando que o contrato-programa será assinado no final do ano.

LUSA

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