Jorge Braz. Entrada no Europeu deve ser encarada “como se fosse a primeira vez”

A participação portuguesa no Europeu de futsal arranca, para Jorge Braz, “na base da montanha”. Em antevisão à competição, o selecionador nacional preferiu assumir-se neutro quanto ao favoritismo com que Portugal entra na competição. Está em jogo a terceira conquista consecutiva do Campeonato da Europa para a armada lusa.
Na fase de grupos, Portugal vai encontrar as seleções da Itália, Hungria e Polónia. Todas trarão, segundo Jorge Braz, duelos muito complicados e com exigências particulares.
A história recente do futsal português tanto traz episódios de celebração, nomeadamente o bicampeonato europeu em 2018 e 2022, como momentos menos felizes, como a eliminação nos oitavos de final do Mundial de 2024, diante do Cazaquistão. Para o técnico da armada lusa, tudo isso já passou. Importa, agora, entrar como se da primeira vez se tratasse.
Também o capitão da seleção nacional, Bruno Coelho, falou à imprensa antes do arranque para a prova europeia. Admite esperar enormes dificuldades para revalidar o título. Ainda assim, tem o objetivo bem traçado: conquistar o tricampeonato.
O ala do Riga FC, da Letónia, terá pela primeira vez o estatuto de capitão em fases finais. Afirma, contudo, que não passa de “um objeto no braço”, estando o papel de liderança de balneário distribuído, também, pelos companheiros de seleção.
Portugal arranca a caminhada no Campeonato da Europa de futsal no dia 24 de janeiro, diante da Itália. O jogo será disputado em Ljubljana, capital da Eslovénia, às 13h30, hora portuguesa.
*editado por Marcelo Hermsdorf
