Vereadora garante que “tudo tem sido feito para que aulas prossigam com normalidade” em Tebosa

Carla Sepúlveda garante que criança com necessidades específicas que tem provocado desacatos não será afastada da escola, como pedem os encarregados de educação.

A vereadora da Educação na Câmara de Braga garantiu, em entrevista à RUM, que tudo está a ser feito para que as aulas na Escola Básica de Tebosa decorram dentro da normalidade e que a situação, relativa aos desacatos provocados por um aluno com necessidades específicas, está a ser acompanhada pelas entidades competentes.

Ontem, cerca de 40 encarregados de educação protestaram à frente desta escola de Braga contra a “falta de segurança” e o “clima de medo e violência” que dizem ser criado por uma criança de oito anos.

“A criança está identificada, com medidas inclusivas, e, de facto, tem tido alguns surtos, mas a escola está a par da situação e tudo tem feito para que, quer a criança, quer os outros alunos, sofram o mínimo possível com a situação”, afirmou a vereadora.

O caso está já a ser acompanhado pelas entidades competentes e por psicólogos, adiantou Carla Sepúlveda

“Tudo tem sido feito para que as atividades letivas prossigam com a normalidade possível”, acrescentou a vereadora, confirmando a existência de “dois professores dentro da sala de aula”.

A instauração de medidas disciplinares ao aluno é uma das reivindicações dos pais, mas Carla Sepúlveda garante que a criança não vai sair da escola, “de forma alguma”. “Trata-se de uma escola inclusiva como todas as outras e a criança tem que estar dentro da escola, mas queremos proporcionar um ambiente seguro para todos, inclusivamente para a criança que tem um problema devidamente identificado e que está a ser tratado. É uma situação difícil de resolver de um dia para o outro”, finalizou.

Os encarregados de educação da Escola Básica de Tebosa, em Braga, protestaram, ontem, contra a falta de segurança no recinto escolar, motivada por um aluno com necessidades específicas e garantem que o protesto vai continuar “até que existam medidas para resolver o problema”.

O caso está a ser acompanhado pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ). 

Partilhe esta notícia
Liliana Oliveira
Liliana Oliveira

Deixa-nos uma mensagem

Deixa-nos uma mensagem
Prova que és humano e escreve RUM no campo acima para enviar.
RAPresentação
NO AR RAPresentação A seguir: Omega 3 às 22:00
00:00 / 00:00
aaum aaumtv