UMinho recebeu feira de pós-graduações com oferta formativa renovada e alargada

A 'Unlimited Future' que decorreu, durante a tarde desta terça-feira, na nave dois do Pavilhão Desportivo da UMinho, proporcionou à comunidade a oportunidade de planear o seu percurso académico junto das 12 escolas da academia minhota e mais 20 instituições de ensino superior português

A Universidade do Minho recebeu esta terça-feira a ‘Unlimited Future’, aquela que é a “maior feira de pós-graduações do país”, com um leque de cerca de 400 cursos oferecidos por mais de mais de 20 universidades e institutos nacionais.

Este ano, a oferta com a chancela da academia minhota ultrapassou os 50 doutoramentos e 120 mestrados, dos quais 26 em associação com outras instituições de ensino superior.

A iniciativa, que decorreu durante a tarde na nave dois do Pavilhão Desportivo da UMinho, proporcionou à comunidade a oportunidade de fazer questões, definir metas e expectativas e planear o seu percurso académico junto, não só das 12 escolas que compõem a academia minhota, mas também da Universidade do Porto, da Universidade Católica Portuguesa, do Instituto do Cávado e do Ave e tantas outras instituições de ensino superior português.

Espaço ocupado pelas bancas de várias Universidades e Institutos nacionais

Esta diversidade e acessibilidade foram, aliás, os principais objetivos que levaram a academia minhota a abrigar mais uma edição desta feira.

Segundo a vice-reitora para a Educação e Organização Académica da UMinho, Cristina Dias, o propósito da iniciativa é que os alunos façam uma “escolha esclarecida e com conhecimento” quanto ao seu futuro académico, quer esta passe pela Universidade do Minho ou não.

“O nosso propósito sempre é a prioridade para os estudantes. Nós podemos mostrar-lhes só a nossa oferta formativa, mas, de facto, é importante que eles reconheçam que há outras oportunidades, há outras universidades, há outros cursos, ainda que no final saibam que esta é a melhor academia.”

Ao longo do ano, iniciativas semelhantes repetem-se pelos campi da academia minhota, mas esta foi a oportunidade ideal para os alunos conhecerem “não só a oferta formativa em si”, mas também “qual o plano de estudos” das opções que mais lhes interessam.

Ao contrário de outras iniciativas, que se dirigem a um público mais específico, esta feira focou a interdisciplinaridade e as parcerias entre a academia minhota e as outras instituições de ensino superior português, colocando também em evidência os seus pontos em comum.

Para o ano letivo 2026/2027, uma das novidades passa pela criação de mais oferta formativa em todos os níveis, como é o caso dos mestrados em Arquitetura e Construção de Terra, Engenharia de Pavimentos Sustentáveis e Resilientes e Biologia Computacional Molecular e Ambiental e até mesmo a criação de pós-graduações em parceria com outras instituições nacionais (Cibersegurança e Ciberinteligência Internacionais, Direito Transnacional da Empresa e das Tecnologias Digitais, Desafios das Cidades e o doutoramentos em Matemática e Aplicações e em Economia e Finanças).

A Escola de Medicina foi outra unidade orgânica da UMinho presente no evento

Este “dinamismo e diversidade” é outra vantagem que a vice-reitora reconhece na iniciativa.

“Muitas vezes nós pensamos numa determinada área e achamos que o percurso desse estudante no mestrado ou no doutoramento será sempre nessa área. Mas não, há áreas muito paralelas, muito conexas com essas, ou até diferentes, mas que têm algo a ver ou alguma dinâmica que o estudante quer realizar e quer diversificar”

Este é o exemplo do Instituto de Educação (IE) da Universidade do Minho, mas podia ser de qualquer uma das 12 escolas da UMinho que arrancam já no próximo ano letivo com várias novidades.

Neste caso, a “instituição com mais cursos de formação de professores” no país, em 2026/2027 arrancam dois novos mestrados profissionalizantes: em ensino de geografia e ensino de inglês e língua estrangeira (alemão, francês e espanhol).

De acordo com Rui Silva, responsável pela divulgação dos mestrados em ensino, a interação do IE “com as várias escolas da UMinho” e a “qualidade dos docentes” são os pontos-chave do sucesso e da formação de “excelência” do instituto.

“Na Universidade do Minho trabalhamos com várias escolas, desde a Escola de Ciências, ao Instituto de Ciências Sociais, no âmbito dos mestrados de ensino. Por isso é que eu acho que o dia de hoje correu muito bem. Tivemos uma procura muito grande, pessoas muito interessadas nos nossos cursos e acho que vamos ter um ano excelente no que conta ao proporcionar a este país excelentes profissionais”

A qualidade da formação, que se revela no orgulho indiscreto que os alunos têm pelo instituto, a necessidade de colmatar a escassez de professores que se desenvolve no país e a diversidade são alguns dos motivos que o responsável aponta para o sucesso do dia.

Rui Silva expõe oferta formativa do IE a um grupo de alunas da UMinho

Também por isso passou o dia a falar com vários alunos, orgulhosamente, e louva este tipo de iniciativas.

“Além de ser uma universidade muito jovem, é uma instituição que tem uma imagem exterior tremenda. As pessoas não imaginam a imagem que esta universidade tem. Veja um caso muito particular: o nosso mestrado de Ensino de Música é um mestrado que tem uma visibilidade, nacional e internacionalmente, brutal”

Esta é só uma das iniciativas do género em que a UMinho participa ao longo do ano. Nas últimas semanas, a academia minhota realizou ações de promoção da oferta formativa em várias partes dos país, como são exemplos a ‘UMinho de Portas Abertas’, no campus de Azurém e dirigida sobretudo aos alunos do ensino secundário, e a Futurália, em Lisboa.

Ainda este mês estará presente na ‘Qualifica’, em Matosinhos.

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José Brás
José Brás

Jornalista na RUM

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