Presidente da AAUM alerta para a falta de alojamento “pelo 3º ano consecutivo”

Rui Oliveira reafirmou, no discurso a propósito dos 46º aniversário da Universidade do Minho, a importância de se encontrarem novas soluções para a falta de alojamento estudantil.

A falta de alojamento estudantil marcou o discurso do presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) – “pelo terceiro ano consecutivo”, como o próprio fez questão de sublinhar – na cerimónia de comemoração do aniversário da Universidade do Minho.

Rui Oliveira, tal como Nuno Reis nos dois anos anteriores, assinalou, enquanto responsável máximo dos estudantes na academia minhota, que a falta de camas constitui um “drama vivido” pelos alunos. O presidente da AAUM sublinhou que o recente contrato de legislatura, assinado entre a Universidade e o Governo – e que prevê um maior comprometimento das instituições na atribuição de apoios na área social -, pode ser posto em causa se não houver camas para os alunos.


“Como é que vamos aumentar progressivamente o número de estudantes no ensino superior se não temos onde os alojar?” questionou, explorando o tema, de seguida: “Porque é que continuamos com uma taxa de cobertura de acção social abaixo da União Europeia?”.


Rui Oliveira salvaguardou que a AAUM está “totalmente concordante entre os objectivos do Governo e das instituições” mas lembrou que a Constituição nacional prevê a “universalidade do acesso a todos os graus de ensino, só possível se forem criadas condições de equidade para qualquer e todo estudante, independemente da sua condição socioeconómica”.



Aumento das políticas de inclusão e reforço da qualidade dos campi também na mira do presidente da AAUM

Não foi só a falta de alojamento estudantil que marcou o discurso de Rui Oliveira. O responsável dos estudantes alertou para a urgência da Universidade em “acelerar a implementação de estratégias inclusão”, “reforçar a qualidade dos espaços lectivos e não lectivos” e ainda da necessidade de “diminuir a carga horária nos planos de curso”.

O presidente da AAUM alertou que as carências enunciadas só terminarão assim haja esforço conjunto entre AAUM, Universidade e Governo. Caso contrário, sublinhou, “a Universidade ficará parada”.

A sessão solene do 46º aniversário da Universidade do Minho decorreu esta manhã no Salão Medieval da Reitoria, no Largo do Paço.

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Pedro Magalhães
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