Luís Pedroso avança com candidatura ao CDS de Braga com foco na formação e renovação

O antigo presidente da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade apresentou, esta quarta-feira, em conferência de imprensa, a candidatura num café no centro da cidade.
Palavras de Luís Pedroso.

Luís Pedroso quer dar continuidade ao trabalho realizado no CDS-PP em Braga e reforçar a formação dos quadros do partido. O antigo presidente da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade apresentou, esta quarta-feira, em conferência de imprensa, a candidatura num café no centro da cidade, como o mote ‘Construir o futuro’.

O centrista, quer suceder a Altino Bessa na liderança da comissão política concelhia e assume que a sua candidatura nasce de um desafio lançado pelo próprio presidente da estrutura. Luís Pedroso afirmou que se apresenta a sufrágio por lealdade e compromisso, numa candidatura “que respeita o passado, valoriza o presente e pensa no futuro”.

Ressaltou que o partido integra desde 2013 o executivo municipal de Braga, através da coligação Juntos Por Braga, com um profundo “sentido de compromisso, lealdade institucional e espírito de cooperação”. Para Luís Pedroso, o partido deve manter-se focado em “trabalhar ativamente no sucesso do projeto autárquico que serve Braga”, priorizando sempre os interesses do concelho “acima de qualquer cálculo interno ou circunstancial”.

Atualmente membro da Assembleia Municipal, defendeu que a “matriz autárquica” é a base do CDS-PP e que é necessário preparar tecnicamente os militantes. Para o candidato, a complexidade da legislação atual exige pessoas preparadas que não sejam “meros elementos que levantam a mão ou acenam com a cabeça”.

“A realidade autárquica hoje em dia é muito complicada. A legislação é muito volátil e requer pessoas preparadas. Temos de lhes dar as ferramentas necessárias”, sublinhou.

A reconquista de freguesias perdidas nas últimas autárquicas, como a de S. Vicente, é outra prioridade para um futuro mandato, além de “chamar mais jovens, porque a renovação dos partidos é importante”. “Se queremos um partido com futuro, precisamos dos mais novos”, vincou.

“Três candidaturas seria demasiado”

Questionado sobre a dinâmica interna do partido, perante a existência da candidatura de Paula Brito, Luís Pedroso diz considerar o pluralismo “salutar”, mas alerta que a abertura de uma terceira candidatura seria “demasiado”, após Daniel Pinto, antigo presidente da junta de freguesia de S. Vicente, ter deixado em aberto uma possível entrada na corrida.

A candidatura conta com os apoios de nomes como Carlos Neves e Henrique Borges, dois dos últimos três líderes da comissão política concelhia de Braga, além da Juventude Popular, e militantes históricos do partido, como António Azevedo, Paulo Perames, entre outros.


Paula Brito, com militância há quase quarenta anos CDS-PP, também é candidata

Fotografia: Elsa Moura / RUM

Com eleições previstas para este ano de 2026, Paula Brito surge na corrida para contribuir para a renovação do partido e recuperar a participação dos bracarenses espalhados pelas diferentes freguesias do concelho, assumindo que os centristas têm perdido força no território.

A docente, com militância há quase quarenta anos no CDS-PP, espera suceder a Altino Bessa na liderança da comissão política concelhia e conta na comissão de honra com o militante nº1, Mendes Carvalho. Apresentou a candatura na última semana.

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Marcelo Hermsdorf
Marcelo Hermsdorf

Jornalista na RUM

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