Fibrenamics alastra atividade para a Fábrica do Arquinho

A Fibrenamics é um instituto reconhecido pelo seu papel na criação de materiais do futuro, atuando em Portugal e internacionalmente para desenvolver produtos que definem novas tendências tecnológicas.
Declarações do autarca Ricardo Araújo no decorrer da última reunião de executivo.

Em Guimarães, a Fibrenamics vai ter mais um espaço na Fábrica do Arquinho no âmbito da estratégia de aposta no hub da defesa que o município está a fazer com o envolvimento de vários parceiros, incluindo a UMinho.

O compromisso foi reiterado pelo presidente da autarquia, Ricardo Araújo, em sede de reunião de executivo municipal, esta semana.

Este Instituto de Inovação em Materiais Fibrosos e Compósitos formalizado em 2011, na Escola de Engenharia da UMinho, atua em vários domínios, com destaque para a arquitetura, a construção, o desporto, a medicina, a proteção e os transportes e prepara-se para alargar a sua estratégia.

“O Fibernamics tem aqui um papel muito importante, não há dúvida.  Além do edifício no AvePark,  a Fibernamics vai ter também aqui um espaço na Fábrica do Arquinho. Há uma parte que é para o aeroespacial,  há outra parte também que terá instalações da Fibernamics”, assinalou o presidente do município vimaranense, Ricardo Araújo no decorrer da reunião de executivo em que foi aprovada, por unanimidade, uma nova cedência do edifício da Fábrica do Alto ao CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto, para a instalação de uma unidade de produção e teste de satélites ópticos.

O autarca social democrata referiu que esta aposta está incluída numa missão estratégica mais abrangente, não só no setor aeroespacial como no hub da defesa.

A Fibrenamics, assinale-se é reconhecida pelo Governo como Centro de Tecnologia e Inovação, pela Comissão Europeia como exemplo de transferência de conhecimento para os stakeholders de inovação e conta com mais de 300 entidades parceiras.

Fábrica do Arquinho direcionada para Engenharia Aeroespacial

A Fábrica do Arquinho, na Rua da Caldeira, recorde-se, vai albergar a Escola de Engenharia Aeroespacial da Universidade do Minho numa intervenção orçada em mais de 15Milhões de Euros.

A intervenção contempla a preservação e valorização do património industrial existente, adaptando-o a novas funções de ensino e investigação, com especial enfoque na eficiência energética, sustentabilidade e criação de condições modernas para acolher atividades académicas e científicas.

O projeto prevê a instalação de salas de aula, laboratórios, áreas de investigação e espaços de apoio, num conjunto arquitetónico que combina reabilitação e construção contemporânea, garantindo a integração com a envolvente urbana e paisagística.

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Elsa Moura
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Diretora de Informação

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Sara Pereira
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