Festival Extremo regressa com 18 horas de imersão entre Braga e Guimarães

O Festival Extremo regressa a Braga no dia 18 de julho, consolidando um projeto que nasceu no âmbito da Braga’25 – Capital Portuguesa da Cultura. Sob a organização da associação Capivara Azul, o evento propõe uma imersão de 18 horas entre os concelhos de Braga e Guimarães, unindo música experimental, eletrónica e uma forte ligação ao património natural.
Para esta segunda edição, a presidente da organização, Luísa Alvão, confirmou um cartaz que aposta em nomes como Alessandro Cortini, Shane Parish, Calcutá, Joana de Sá e Molero. Além da vertente musical, o festival reforçará em maio a sua programação de atividades paralelas e formações, focadas na mediação e no envolvimento direto com a comunidade local.
O sucesso da edição anterior, que contou com mais de três mil pessoas e espaços lotados, validou a aposta num formato considerado “fora da caixa”, ressalta a responsável. A programação tem início marcado para as 6 horas da manhã, “com pausas pelo meio”, permitindo que o público usufrua da cultura de uma forma distinta e mais pausada.
A responsável adiante que o modelo será mantido para garantir que os visitantes possam aproveitar o local — a zona da Falperra, que decorre precisamente na linha de fronteira onde os concelhos de Braga e Guimarães se tocam.
Esta característica geográfica reforça o conceito dos “extremos” e da ligação ao território, promovendo uma experiência onde os espaços de descanso e as caminhadas. “Todas as atividades de mediação são pensadas de forma a nós estarmos mais ligados com a natureza e com aquilo que está ao nosso redor”, remata.
