Estudantes exigem em Lisboa ensino superior justo e inclusivo

Cerca de mil estudantes participaram esta terça-feira na manifestação nacional no âmbito do Dia Nacional do Estudante. UMinho fez-se representar.

Estudantes universitários de todo o país rumaram esta terça-feira a Lisboa para exigir mais apoios do governo para quem frequenta o ensino superior, exigindo que nenhum aluno deixe de prosseguir os seus estudos com base na sua situação económica. Alguns dos temas são antigos e todos os anos são repetidos.

Frequentar o ensino superior público não deveria representar um custo para as famílias, a começar pela abolição da propina. Congelada desde 2020, o atual governo já quis atualizar o valor, pelo menos de acordo com a inflação, mas não o conseguiu. Para os estudantes esse é, pelo menos, o ponto de partida.

Mas o alojamento estudantil continua a preocupar, ainda que no próximo ano letivo se estime a abertura de mais residências universitárias. As respostas que vão surgindo estão longe de resolver um problema que impede que mais estudantes possam viver na cidade onde estudam.

A RUM acompanhou esta jornada de luta estudantil.

Os universitários pedem mais apoios na área da ação social, exigem um papel mais interventivo nos órgãos das instituições de ensino superior que frequentam e consideram que é tempo de reforçar a verba a transferir para universidades e politécnicos sem esquecer as próprias estruturas representantivas dos estudantes, como associações e federações académicas.

c/José Silva Brás

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Elsa Moura
Elsa Moura

Diretora de Informação

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