Escola de Psicologia celebra último aniversário antes da maioridade com foco no impacto social

Prestes a atingir a “maioridade”, a Escola de Psicologia (EPsi) da Universidade do Minho (UMinho) aproveitou o 17.º aniversário para assinalar o trabalho desenvolvido, e acima de tudo para perspetivar a atividade para os próximos anos. A celebração deu-se na tarde desta quarta-feira, no auditório multimédia do Edifício 13, no campus de Gualtar, em Braga.
O contacto com a comunidade constitui, aos olhos do presidente da unidade orgânica, Pedro Rosário, o eixo central seja nestes 17 anos ou nos que se avizinham. Em declarações à RUM, assinala que a EPsi pode servir a comunidade, de forma concreta, em três vertentes: investigação, ensino e interação direta.
“Produzimos investigação que é muitíssimo importante, que avança a sociedade, avança o conhecimento. No ensino, portanto, treinamos as novas gerações de psicólogos para que saiam daqui verdadeiramente mobilizados para poderem ajudar no seu trabalho profissional, na interação com a sociedade, em que nós ajudamos as pessoas não só nas consultas, mas também na consultoria, no apoio à comunidade.
O impacto social da Escola de Psicologia, aos olhos do presidente
O presidente da Escola de Psicologia assinala o crescimento de alunos inscritos nos últimos anos. Pelo edifício 14 da Universidade do Minho circulam perto de 740 alunos que estão distribuídos pela licenciatura em Psicologia, seis mestrados e um doutoramento com sete especialidades.

O objetivo passa por alargar a oferta formativa e no próximo ano letivo, a unidade orgânica vai avançar com um novo mestrado em Neuropsicologia.
“Esperamos continuar a encher os mestrados. Eventualmente, queremos abrir novos projetos, crescendo para levar isto a outros públicos.
Pedro Rosário, presidente da EPsi
A última intervenção da cerimónia coube à vice-reitora para a Educação e Organização Académica, Cristina Dias.
A dirigente ressalva o apoio prestado pela Escola de Psicologia em várias vertentes sociais, nomeadamente o bem-estar e a saúde mental, assim como o envelhecimento e a proteção de vítimas.

O avanço da Inteligência Artificial também foi abordado na sessão. Para Cristina Dias, “quer o ensino, quer a investigação na Psicologia vão ter um impacto forte nesta aplicação e nesta interação com a sociedade”.
O programa contou ainda com tertúlias e a entrega de distinções aos alunos com melhores classificações nos cursos ligados à Psicologia. Foram ainda galardoados aqueles que ao longo deste ano promoveram a interação da unidade orgânica com a sociedade, seja através do ensino ou da investigação.
