Escola de Engenharia da UMinho lança livro de memórias sob a perspetiva dos seus presidentes

O livro 'Cinquenta anos, Onze presidente, Um futuro' permite conhecer a história, "os momentos desafiantes, os objetivos dos mandatos e os resultados obtidos" pela perspetiva dos presidentes da EEUM.
Palavras de António Vicente, presidente da EEUM, e Pedro Arezes, reitor da UMinho, a propósito do lançamento do livro '50 anos, 11 presidentes, 1 futuro':

25 anos depois de editado o primeiro volume de memórias da instituição, a Escola de Engenharia da Universidade do Minho (EEUM) lançou, esta quarta-feira, o livro ‘Cinquenta anos, Onze presidente, Um futuro’. A coleção de memórias escritas, em primeira mão, pelos 11 presidentes da escola foi apresentada pelo reitor da UMinho, Pedro Arezes, num B-Lounge da Biblioteca da UMinho, no Campus de Azurém, repleto de pessoas, inclusive o atual e antigos dirigentes da escola.

Um exercício de “memória coletiva feito de pessoas, de ideias e de decisões difíceis”, o meio século de memórias da EEUM é, nas palavras de Pedro Arezes, um livro “curioso” que permite conhecer a história, “os momentos desafiantes, os objetivos dos mandatos e os resultados obtidos” pela perspetiva dos presidentes da instituição.

Para si, enquanto presidente da EEUM entre 2019 e 2025, uma memória bem recente e que revela um percurso de consolidação da Escola enquanto “referência no ensino da engenharia a nível nacional, um parceiro fundamental a nível internacional em múltiplos domínios e uma escola que reforçou uma marca identitária de grande ligação à sociedade, ao território e às empresas”.

Mais do que a formação técnica, o reitor orgulha-se de ter liderado a Escola num percurso que forma, sobretudo, cidadãos. “A escola tem feito um esforço e julgo que isso tem vindo a ser claro, e espero que no futuro ainda se torne mais claro e transparente, que quer formar os seus quadros dentro da área da engenharia, mas quer, sobretudo, formar também cidadãos”, sublinha.

Já na perspetiva de António Vicente, atual presidente da EEUM, estes 50 anos são o ponto de viragem para instituição, não só porque é óbvio o seu sucesso “na interação com a sociedade, na captação de financiamento, na formação dos alunos”, mas, porque é “finalmente visível a chegada de antigos alunos, a posições de destaque, a todos os níveis, no panorama nacional”. “Isso começa, finalmente, a ser uma face visível daquilo que a Escola de Engenharia foi capaz de fazer”, acrescenta.

Ainda que este percurso não seja “de forma nenhuma” seu mérito, o presidente garante que aproveitará a oportunidade para continuar a “fazer um bom trabalho” com o objetivo claro de “que daqui a 50, 25, quem cá estiver possa sentir-se orgulhoso de estar nesta posição”.

O formato físico do livro ‘Cinquenta anos, Onze presidente, Um futuro’ pode ser consultado na Biblioteca da UMinho, no Campus de Gualtar e de Azurém. Os interessados podem adquiri-lo na secretaria da EEUM.

A versão digital está disponível online.

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José Brás
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Jornalista na RUM

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Carolina Damas
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