Do trompete ao bandolim. Orquestra Filarmónica de Braga regressa com ‘Clássicos ao Domingo’

A abertura oficial acontece no dia 22 de março com as ‘Variações do Carnaval de Veneza’, com a participação do solista bracarense Luís Campos, primeiro trompete da orquestra.
Palavras de Filipe Cunha.

O projeto ‘Clássicos ao Domingo’ está de regresso ao Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho (UMinho), em Braga. Reafirmando uma tradição já consolidada, a Orquestra Filarmónica de Braga realiza apresentações mensais entre março e junho, no Ciclo de Primavera, e de setembro a dezembro, no Ciclo de Outono.

Segundo o maestro Filipe Cunha, o projeto “já é uma tradição instaurada” e, para esta quinta temporada, os ‘Clássicos’ mantêm o foco em “apresentar compositores novos e, naturalmente, os grandes clássicos”, o que tem garantido, nas palavras do maestro, “sempre a casa cheia” ao longo dos anos.

A abertura oficial acontece no dia 22 de março com as ‘Variações do Carnaval de Veneza’, obra que revela já ter tentado apresentar “há algum tempo”. O espetáculo vai contar com a participação do solista bracarense Luís Campos, primeiro trompete da orquestra.

Para os meses seguintes, adianta que pela primeira vez no projeto, a viola d’arco será apresentada como instrumento solista e está prevista também a inclusão do bandolim, instrumento pouco comum em contextos sinfónicos, segundo Filipe Cunha.

Divulgação
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Marcelo Hermsdorf
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Carolina Damas
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