“Deram ao Vitória uma conquista inédita e a Guimarães um momento que fica eterno”

“Deram-nos um momento que fica na nossa história coletiva. Deram ao Vitória uma conquista inédita e à cidade de Guimarães um momento que fica eterno”. Foi desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, se dirigiu ao plantel do Vitória SC, ontem, na receção nos Paços do Concelho. Para o autarca, […]

“Deram-nos um momento que fica na nossa história coletiva. Deram ao Vitória uma conquista inédita e à cidade de Guimarães um momento que fica eterno”. Foi desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, se dirigiu ao plantel do Vitória SC, ontem, na receção nos Paços do Concelho.

Para o autarca, esta conquista “é resultado de uma liderança firme, responsável e ambiciosa”. Ricardo Araújo dirigiu ainda algumas palavras ao treinador Luís Pinto, a quem reconhece mérito. “Esta vitória tem muito da sua mão, por isso também fica na história da nossa cidade”, afirmou. Ao plantel, o presidente agradeceu por “honrarem uma camisola única, carregada de história, exigente de carácter, pesada de responsabilidade”. “Mostraram ao país o que significa jogar pelo Vitória SC”, atirou.  

Aos jornalistas, o presidente do Vitória, António Miguel Cardoso, disse que este título é espelho de “um caminho construído com esforço, sacrifício e uma união que nunca vacilou”, mas, lembrou, a época é “longa, exigente e ambiciosa”.

“A verdadeira grandeza está em continuar a trabalhar, a evoluir e a acreditar que há ainda muito para conquistar. O Vitória tem de se habituar a estes palcos, a estas finais, porque é aqui que a sua história se afirma. Não podemos ‘virar a cara à luta’ depois de uma conquista, quando o caminho vai apenas a meio”, disse, sobre uma época em que já assumiu a meta dos cinco primeiros lugares na I Liga.

O treinador, Luís Pinto, prometeu “continuar a dignificar o clube e a cidade” e a contribuir para o crescimento dos seus jogadores após “uma grande conquista”, enquanto o capitão vitoriano, o médio Samu, vincou que o troféu é da equipa e de todos os adeptos, lembrando a receção apoteótica no centro de Guimarães logo após a final.

Depois da cerimónia protocolar, o médio português, de 29 anos, transportou o troféu na hora de ir saudar os cerca de 200 adeptos presentes na praça em frente ao edifício da Câmara Municipal.

Em vez de subirem à varanda do edifício, como estava previsto, os jogadores encontraram-se com os adeptos na praça, acompanhados por cânticos de apoio ao Vitória e pelas dezenas de luzes dos telemóveis para fotografias e vídeos alusivos ao momento.

c/LUSA

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Liliana Oliveira
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