Conselho Geral da UMinho quer novo Provedor do Estudante em funções em setembro

Pressupostos do sucessor ou sucessora de Rosa Vasconcelos foram discutidos e aprovados por unanimidade. Grupo de trabalho informal constituído por conselheiros deverá apresentar uma proposta já na próxima reunião.
Coube ao representante dos estudantes Luís Guedes resumir os pressupostos para a escolha do próximo Provedor do Estudante da Universidade do Minho

O Conselho Geral (CG) da Universidade do Minho (UMinho) vai escolher um novo Provedor do Estudante com o objetivo de que o mesmo inicie funções até ao arranque do novo ano letivo 2026/2027, em setembro. A tarefa de escolher e convidar um nome no seio da academia minhota está ao cargo de um grupo de trabalho informal que envolve vários conselheiros, incluindo três representantes dos estudantes. Os pressupostos foram aprovados na última reunião do Conselho Geral realizada, na passada sexta-feira.

Recorde-se que desde 2019 que a UMinho mantém Rosa Vasconcelos como Provedora do Estudante, ela que em entrevista recente à RUM manifestou disponibilidade para permanecer no cargo. Além de Provedora do Estudante da UMinho, Rosa Vasconcelos assume atualmente a presidência da rede de provedores em Portugal, assim como da rede ibero-americana.

No decorrer da última reunião vários conselheiros deixaram elogios ao trabalho desenvolvido por Rosa Vasconcelos, mas foi também mencionado o facto de a docente permanecer no cargo há mais tempo do que seria desejável pelos próprios estatutos em vigor.

A escolha de um novo Provedor do Estudante da UMinho deverá ir de encontro aos pressupostos detalhados em sede de reunião do Conselho Geral, nomeadamente “senioridade na carreira e percurso na Universidade do Minho conferindo alguma autoridade académica, conhecimento dos processos da UMinho e das suas tradições académicas e boas práticas além de um passado relevante em ações de defesa dos interesses dos estudantes”. Exige-se ainda que a personalidade a convidar, no seio da instituição, apresente um respeito académico devido com sentido ético e capacidade de interpretação correta daquilo que são todas as condições de frequência de um estudante na universidade em todos os seus diferentes estatutos de frequência, além de uma visão global e integrada da universidade. Todos estes pressupostos foram aprovados por unanimidade.

O grupo de trabalho terá agora a responsabilidade de encontrar, dentro de um prazo razoável, a pessoa que responde a tais requisitos e se disponibilize para assumir estas funções.

Recorde-se que a proposta de revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES) que ainda aguarda aprovação, resultaria nalgumas mudanças no próprio estatuto do Provedor do Estudante, incluindo a duração do mandato, já que a proposta do governo sugere uma mudança de dois para quatro anos.

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Elsa Moura
Elsa Moura

Diretora de Informação

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Carolina Damas
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