CIAJG com três novas exposições pela mão do novo diretor, Miguel Wandschneider

“Come di”, de Jorge Molder, “Back Outside”, de Aidan Duffy, e “Artes Tradicionais Africanas na Coleção de José de Guimarães” são as três grandes exposições que marcam a estreia de Miguel Wandschneider na direção artística.
O percurso de inauguração inicia às cinco da tarde deste sábado. Ouvido pela RUM, o sucessor de Marta Mestre admite que há novas ideias a implementar na programação.
O diretor artístico começa por falar do trabalho em exposição do veterano Jorge Molder.
Outra fase do trabalho de Jorge Molder remete para 2003 com destaque para as tecnologias digitais de produção da imagem, mas essa só será conhecida em setembro.
O outro destaque vai para o artista escocês, de apenas 30 anos, Aidan Duffy.
Em torno da exposição “Back Outside” estão previstas visitas guiadas: a 22 de março pelo próprio Aidan Duffy e a 12 de abril por Miguel Wandschneider, sempre às 11h00.
Cumprindo também a agenda, o CIAJG destaca ainda o núcleo de arte tradicional africana, acrescenta o diretor artístico.
Miguel Wandschneirder sobre as três exposições que inauguram esta tarde no CIAJG. O momento de encontro, apresentação e visita está agendado para as 17H00 mas estas três grandes exposições ficam patentes até setembro.
Miguel Wandschneider é curador de arte contemporânea e diretor artístico do CIAJG e da programação de artes visuais da cooperativa cultural A Oficina desde 2025 sucedendo a Marta Mestre. Iniciou a sua atividade curatorial em 1997 com a exposição “Ernesto de Sousa. Revolution My Body”, na Fundação Calouste Gulbenkian. Entre 2004 e 2017, foi diretor artístico da Culturgest, em Lisboa, onde desenvolveu um extenso e variado programa de exposições de artistas portugueses e estrangeiros. Em 2012, foi nomeado para o Walter Hopps Award for Curatorial Achievement, atribuído pela Menil Foundation.
