Segunda à Sexta / 08H45 – 12H20 – 17H30
Disco Radiografado
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Os Gorillaz lançaram no passado mês de fevereiro “The Mountain”, o nono álbum de estúdio, que junta uma coleção de 15 faixas inéditas com a colaboração de muitos artistas, entre os quais, Asha Puthli, Jalen N’Gonda, Black Thought, Sparks, Bizarrap, Idles, Johnny Marr dos The Smiths, Trueno, Omar Souleyman, Yasiin Bey, Asha Bhosle, Gruff Rhys e Paul Simonon. Inclui ainda a participação de artistas já falecidos como Dennis Hopper, Bobby Womack, David Jolicoeur dos De La Soul, Tony Allen, Proof e Mark E. Smith. O disco contém uma forte influência da cultura indiana. A arte da capa foi criada por Jamie Hewlett e retrata os quatro membros animados da banda – Murdoc, Noodle, Russel e 2D – numa série de ilustrações desenhadas à mão. Os Gorillaz passam dia 12 de Junho pelo Primavera Sound no Porto.
Para ouvir de segunda a sexta, às 08h45, 12h20 e 17h30.
Elisabete Apresentação
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“Dói-Dói Proibido”, o álbum de estreia de Femme Falafel, alter ego de Raquel Pimpão, é uma dança irreverente sobre as nossas dores mundanas. Lançado em outubro de 2025, reúne dez canções onde a artista transforma inquietações — da saúde mental às relações — em letras cheias de trocadilhos, analogias e um humor muito próprio. Com formação em jazz, cruza influências que vão do house ao hiphop, do disco à MPB. Entre as batidas e a escrita trágico-cómica, o disco constrói um retrato singular e honesto de quem tenta sobreviver ao século XXI.
Carolina Damas
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Em “Existence is Bliss”, os britânicos Deadletter expandem o universo apresentado em “Hysterical Strenght”, álbum de estreia editado em 2024. No geral, é uma experiência auditiva densa, complexa e profunda, no entanto desafiadora.
Abel Duarte
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Os Unsafe Space Garden são daquelas bandas que se estranham mas rapidamente se entranham. O caleidoscópio sonoro e a exuberância visual são marcas identitárias de um colectivo que desde o início tentou ‘criar uma plataforma comunitária capaz de desfazer dificuldades de comunicação e igualar a experiência humana a um lugar compreensível e saudável’. E é nessa demanda que nos trazem ‘O Melhor e o Pior da Música Biológica’, mais um capítulo do já considerável percurso discográfico, e uma ode à vida e um disco que celebra o aqui e o agora.
O sexteto formado por Nuno Duarte, Alexandra Saldanha, Filipe Louro, José Vale, Diogo Costa e João Cardita oferece um manual de sobrevivência onde tons psicadélicos e prog convivem com a música tradicional portuguesa, criando uma sonoridade única.
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Uma dupla improvavel. Depois de uma residência artística intensa, os First Breath After Coma juntaram-se a Salvador Sobral, e durante duas semanas de criação intensa, partiram do zero para compor temas originais que deram forma a um concerto inédito e a um disco, “A Residência” que está em destaque no CD RUM desta semana.
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Ricardo Reis Soares, músico e compositor, começou o seu trajeto musical entre Braga, onde nasceu, e Lisboa, onde vive. Bem cedo começou por estudar piano, mas foi a guitarra que se foi tornando a principal cúmplice e confidente ouvinte das suas narrativas. Aprofundou a sua formação em jazz no Hot Clube de Portugal, experiência que veio influenciar a sua abordagem à composição. No passado dia 28 de novembro editou o seu primeiro EP “contra tempo”, um disco composto por seis canções originais escritas em português e que conta com a produção de Miguel Marôco.
Elisabete Apresentação
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