Assembleia Municipal de Braga elege novo presidente da CCDR-N

Esta segunda-feira 10.700 autarcas de todo o país são chamados
às urnas para eleger os novos presidentes das cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR). A Norte há disputa na presidência com António Cunha a recandidatar-se e Álvaro Santos, indicado pelo PSD e PS apostado em fazer regressar à presidência um protagonista com militância ativa.
No caso da Assembleia Municipal de Braga a reunião de caráter extraordinário está agendada para as 16h00 no Pequeno Auditório do Forum Braga.
O ato eleitoral decorrerá entre as 16h00 e as 20h00 e envolve os executivos das Câmaras Municipais e deputados das Assembleias Municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesia.
Este fim-de-semana, no decorrer das III Jornadas do Poder Local, que tiveram lugar em Ílhavo, o presidente da Associação Nacional de Assembleias Municipais, Fernando Santos Pereira declarou que todas as assembleias municipais estão devidamente preparadas para a realização do referido ato eleitoral.
“As Assembleias Municipais estão preparadas para que este ato eleitoral decorra com toda a normalidade. Para o efeito, todas estarão abertas, tendo sido convocadas reuniões extraordinárias especificamente para a realização da Assembleia Eleitoral. Em alguns municípios estas reuniões destinam-se exclusivamente ao ato eleitoral, enquanto noutros foram integradas na ordem de trabalhos com outros pontos”, sublinhou Fernando Santos Pereira.
Recorde-se que em Portugal continental existem cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional – CCDR Norte, CCDR Centro, CCDR Lisboa e Vale do Tejo, CCDR Alentejo e CCDR Algarve.
A RUM entrevistou na semana passada os dois candidatos à presidência da CCDR-N: António Cunha e Álvaro Santos.
Álvaro Santos considera que “a CCDR-N precisa de uma liderança com visão estratégica, rigor na gestão e verdadeira proximidade” apontando críticas ao atual presidente.
António Cunha declara que “a região Norte não quer ser uma peça de xadrez movimentada por decisões centralizadas”.
