Suspensão do BRT “retira alguma preocupação à UMinho”

O reitor da Universidade do Minho, Pedro Arezes assume que o anúncio da suspensão temporária da construção da linha vermelha do BRT, que implicaria uma passagem pelo interior no campus de Gualtar e obras intensas nos próximos meses, retira algumas preocupações à instituição de ensino superior.
O presidente de câmara, João Rodrigues, informou esta semana a suspensão da construção da linha vermelha do BRT (Estação – Campus de Gualtar da UMinho – Hospital de Braga) assumindo como prioridade a Circular Rodoviária Externa de Braga, a ligação à alta velocidade e a Guimarães.
Ouvido pela RUM, o reitor da instituição admite que a obra “teria implicações significativas no campus de Gualtar, incluindo o seu redesenho”, um factor de “preocupação” que não era o único. “Também tínhamos uma preocupação sobre o tempo previsto para a implementação desta linha e de todas essas alterações, nomeadamente como é que faríamos num tempo tão curto alterações tão significativas”, reconheceu.
O presidente da autarquia já o informou “com mais detalhe” da decisão que tomou, mas também que “o metrobus não fica esquecido, há um plano para o desenvolver, mas mais tarde”.
Evidenciando os outros projetos de mobilidade anunciados como prioritários para as autarquias de Braga e de Guimarães, o reitor nota que são projetos que “envolvem a universidade” já que visam “facilitar a mobilidade dentro das duas principais cidades” onde a UMinho está localizada, razão pela qual a universidade “está muito atenta”.
