António Cunha recandidata-se à CCDR-N com proposta “independente, próxima e conhecedora do território”

António Cunha aposta numa candidatura à presidência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, “independente, “próxima e conhecedora do território”. A proposta de recandidatura do atual presidente do organismo regional assenta em “dois fatores incontornáveis”: o reforço das competências da comissão em novas áreas e a continuação dos projetos lançados e em curso no programa Norte 2030.
Para o quadriénio 2026-2030, o objetivo do candidato é continuar o trabalho de “reforma” na comissão e na região, exigir “um trabalho de integração ainda maior” entre os diferentes setores, a economia, o ambiente e o ordenamento territorial e, também, uma continuação “de tudo aquilo que está lançado e em curso no programa Norte 2030”.
“Somos o programa regional com os melhores indicadores de execução a nível nacional, o que nos deixa também muito satisfeitos. A exemplo daquilo que aconteceu no Portugal 2020, com certeza que vamos ter obras, vamos ter investimentos, vamos ter iniciativas que ajudam a transformar a vida das populações”, garantiu em declarações à RUM.
De acordo com António Cunha, a essência desta candidatura recai sobre a sua “proposta e a visão de futuro” que se prende, não só ao seu “capital de passado, a prática e os resultados que têm sido conseguidos”, mas também a resposta “aos desafios inadiáveis, de uma crise democrática do interior e de um desenvolvimento do interior que tem que ser ainda mais assumido”.
A “independência face ao partidos políticos” é mais um ponto destacado na candidatura do atual presidente da CCDR-N. Para o candidato, esta é uma posição “vantajosa”, que sempre lhe “permitiu desenvolver um trabalho muito profícuo” em todos os cargos que ocupou, inclusive na CCDR-N.
“É uma característica que eu tenho e certamente penso que pode ser vantajosa para o momento que temos pela frente. Funcionou muito bem nos cinco anos passados, portanto, é o modo como coloco perante os votos do Colégio Eleitoral, que é um colégio eleitoral constituído por autarcas, a maior parte deles de partidos políticos, de todo o espectro, mas também com deputados municipais e presidentes de câmara independentes”, sublinhou.
As eleições às Comissões Coordenadoras realizam-se no dia 12 de janeiro, segunda-feira, entre António Cunha, atual presidente do organismo regional, e Álvaro Santos, ex-vice presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
