Pedro Arezes. “Fim do PRR trará descida das receitas da Universidade do Minho”

O responsável máximo pela UMinho prevê um "exercício complexo" no que à preparação do plano financeiro do próximo diz respeito.
Pedro Arezes antecipa a descida das receitas da UMinho com o fim do PRR.

As receitas da Universidade do Minho (UMinho) vão diminuir com o fim do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a começar já no próximo ano. O aviso foi deixado pelo reitor da academia minhota, Pedro Arezes, no arranque da reunião do Conselho Geral da academia minhota desta sexta-feira, dia 20 de junho.

Após um rescaldo aos primeiros seis meses da equipa reitoral, Pedro Arezes fez uma primeira análise ao orçamento da instituição para 2027, cujo prazo de entrega coincidiu com a aprovação do relatório de contas de 2025.

O responsável máximo pela UMinho prevê um “exercício complexo” no que à preparação do plano financeiro do próximo diz respeito. Havia expectativas quanto ao alargamento de prazos de conclusão de projetos financiados pelo PRR, mas o reitor já teve a garantia que não será possível.

Pedro Arezes antevê que o fim do PRR trará consequências para o plano orçamental de 2027

Uma coisa já é certa: a Universidade do Minho vai receber cerca de dez milhões de euros de receita com o PRR. Ainda assim, esta verba não constará no plano orçamental do próximo ano.

“Isso significa que o exercício complica um pouco”.

Pedro Arezes, reitor da Universidade do Minho
A UMinho vai, ainda assim, receber perto de 10 milhões de euros em verbas do PRR

Pedro Arezes lamentou ainda o facto de o prazo de entrega do orçamento de 2027 ter sido antecipado, coincidindo com a aprovação do relatório de contas do ano passado.

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David Alves Braga
David Alves Braga

Jornalista

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