Cansaço acumulado e testes de fim de ano marcam a reta final entre os alunos na UMinho

Depois da euforia do Enterro da Gata, as atenções dos estudantes da Universidade do Minho(UMinho) voltam-se agora, em exclusivo, para as salas de aula e para os testes de fim de ano curricular. É o regresso à realidade dos prazos e das longas horas de estudo.
A RUM esteve no campus de Gualtar, em Braga. Entre os estudantes, o ambiente é de sprint final e o cansaço acumulado deste ano letivo já não se esconde. Para muitos alunos, este encerramento de ciclo é encarado como um processo de superação pessoal.
Os estudantes do primeiro ano, em particular, admitem que a transição do ensino secundário para o superior ainda se faz sentir de forma intensa. “É stressante. É o nosso primeiro ano, tem sido muita coisa. É muita diferença do secundário para agora, mas acho que nos temos adaptado”, confessa um dos jovens ouvidos pela RUM no campus.
Apesar das dificuldades, o balanço deste segundo semestre parece ser positivo para a outra parte dos alunos. Há quem aproveite esta fase para recuperar de obstáculos surgidos a meio do percurso, com alunos a destacarem que, embora tenham enfrentado complicações a meio do semestre, o balanço atual é de melhores notas e de uma expetativa de terminar o ano com sucesso. “Está a ser um ano positivo. Acho que vamos acabar bem este ano os dois”, refere outro estudante em jeito de balanço.
Contudo, a pressão do calendário é destaque, especialmente após a paragem para as festas académicas. A reta final é descrita como “mais complicada” devido à acumulação simultânea de testes e trabalhos. É precisamente após a “semana do Enterro” que as avaliações se concentram, destacam alguns, tornando o quotidiano mais stressante.
Entre a preparação para os próximos exames e a gestão das provas de recurso, o objetivo comum mantém-se: manter ou aumentar a média, algo que nem sempre é fácil, admitem alguns dos estudenta, para encerrar o ano letivo.
