Quem sucede a António Miguel Cardoso no Vitória SC? Há quatro candidatos

As eleições do Vitória Sport Clube, marcadas para junho de 2026, aproximam-se a passos largos e prometem ser um momento de viragem na história da instituição. Com os cadernos eleitorais a prepararem-se para o sufrágio, quatro candidatos formalizaram as suas listas para a presidência, apresentando diferentes visões para a sustentabilidade, modernização e sucesso desportivo do clube vimaranense.
Há quatro nomes que se perfilam na linha de partida para assumir os destinos do emblema de Guimarães.
Belmiro Pinto dos Santos: Foco na economia e na estratégia desportiva

O candidato apresenta-se com um foco redobrado no rigor das contas. Aos jornalistas, à saída do estádio D. Afonso Henriques, sublinhou que a sua prioridade está na estabilidade do clube.
“Eu, pelo menos, tenho a preocupação centralizada naquilo que são as questões de natureza financeira, económico-financeira e naquilo que tem sido a estratégia da política desportiva”.
Júlio Vieira de Castro: Sem promessas fáceis e focado no crescimento sustentado

Na corrida está também Júlio Vieira de Castro, que regressa às lides eleitorais considerando que o atual desafio é “maior neste momento do que aquilo que era em 2018”. O candidato promete fazer crescer o clube de forma sustentada, recusando ilusões.
“Apresentamo-nos aqui sem promessas fáceis, com espírito tranquilo Somos uma equipa comprometida com o futuro do Vitória SC, para arranjarmos as soluções que precisa para crescer naquilo que é o panorama nacional.”
Rui Rodrigues: Um projeto de evolução, não de continuidade

Já Rui Rodrigues avança com o conhecimento de quem faz parte da atual direção em funções. Sabe o que foi bem feito e o que está por fazer, mas recusa o rótulo de ser um mero sucessor da atual presidência.
“Não somos um projeto de continuidade, somos um projeto de evolução. Há uma diferença fundamental que a continuidade repete e a evolução melhora.”
Viriato Sampaio: Inovação tecnológica ao serviço das receitas

Por fim, Viriato Sampaio entra na corrida garantindo ter o “trabalho de casa com várias vertentes” feito. A sua visão prioriza, num primeiro momento, a saúde financeira do clube, suportada por uma forte aposta na inovação.
“Uma componente tecnológica de inovação que vamos tentar que gere receitas, não é tecnologia pela tecnologia, é tecnologia ao serviço do Vitória para gerar mais receitas, que é uma questão que o Vitória pode aumentar como qualquer empresa.”
Com a proximidade do ato eleitoral, agendado para 13 de junho, o futuro do Vitória Sport Clube joga-se agora nos bastidores, com os associados a prepararem-se para eleger o modelo de gestão que irá guiar o clube e a sua SAD no novo ciclo que se avizinha.
