UMinho lamenta a morte de Wladimir Brito, figura incontornável da Escola de Direito

A Universidade do Minho (UMinho) manifestou publicamente o seu profundo pesar pelo falecimento de Wladimir Augusto Correia Brito, professor Catedrático Jubilado da Escola de Direito (EDUM). A instituição, liderada pelo reitor Pedro Arezes, reagiu com consternação à perda daquele que foi um dos pilares da afirmação da academia minhota na área jurídica.
Apelidado do pai da Constituição de Cabo Verde, Wladimir Brito vivia em Guimarães e faleceu esta quarta-feira, aos 77 anos.
Em comunicado oficial, publicado nas redes sociais, a academia minhota endereçou as “mais sentidas condolências à família e aos amigos” do docente, sublinhando o seu contributo para a instituição.
O antigo docente manteve uma ligação de longa data com a UMinho, onde assumiu diversas responsabilidades de direção na Escola de Direito, legado este que a universidade destaca que “perdurará na Academia e na sociedade”, lembrando o papel fundamental que o professor desempenhou na formação de sucessivas gerações de juristas em Braga e Guimarães.
“Foi professor das universidades do Minho e Portucalense, dirigiu o Conselho do Ensino Superior Militar, o Observatório Lusófono de Direitos Humanos, a revista “Scientia Ivridica” e a “Revista Jurídica Portucalense”, cofundou várias entidades e exerceu advocacia quase 50 anos.”
“Uma das principais vozes da Lusofonia“
Para além da sua dedicação à UMinho, ao longo da sua carreira, Wladimir Brito acumulou distinções, como a homenagem pelos Democratas do Distrito de Braga e pela própria UMinho, além de integrar a lista de Conciliadores das Nações Unidas.
A Universidade do Minho informou que, em breve, serão prestados mais detalhes sobre as cerimónias fúnebres, de forma a permitir que a comunidade académica preste a sua última homenagem.
