Casa das Artes de Famalicão celebra “mês do teatro” com Encontros Poética da Palavra

Iniciativa 'Poética da Palavra' arranca este sábado e estende-se até ao Dia Mundial do Teatro, combinando estreias absolutas, monólogos sobre o luto e oficinas de escrita criativa
Palavras de Álvaro Santos.

A Casa da Artes de Famalicão apresenta entre 4 e 27 março, o Poética da Palavra – Encontros de Teatro. Além dos espetáculos, que arrancam no sábado, dia 7, o programa inclui atividades dinâmicas e interativas com temas ligados ao teatro.

O diretor da Casa das Artes, Álvaro Santos, detalha que março “é o mês do teatro” e que no fim de cada noite de apresentação há uma conversa com os atores para debater o espetáculo. Além disso, a oficina de escrita para teatro ‘Proto Poética’, coordenada por Maria Miguel Félix, que decorre nos dias 7, 14, 21 e 27 de março, vem no encontro de aproximar o público de uma “escrita criativa para o teatro”.

“Temos as conversas sobre dramaturgia, encenação, destaca, avançando que o programa foi pensado para aproximar as conversas dos jovens”.

Das nove apresentações, duas são estreia absoluta. No dia 7, os espetáculos arrancam em dose dupla. Pelas 15h00, sobe ao palco do pequeno auditório da Casa das Artes, a peça ‘O céu sou eu, tu e uma estrela’, encenada por Jaime C. Soares. Já às 21h30, é a vez de ‘A bola de cristal 13, um, três’, com texto e interpretação de Luísa Fidalgo, no Café-Concerto, “que é um trabalho sobre memória de uma mulher que conseguiu ao longo da sua vida ter diários organizados e, ao mesmo tempo, ter uma relação muito grande com o jogo”.

Na sexta-feira seguinte, dia 13, o pequeno auditório recebe pelas 21h30, ‘Agora noutro lugar’, de Marine Antunes, “um monólogo que fala sobre a necessidade do luto”. Dia 14, a trilogia cómico-musical ‘Fantasia Sem Abrigo’, no grande auditório, pelas 21h30, que apresenta “vários textos trabalhados e escritos por Tiago Mateus, com um elenco maravilhoso e uma orquestra em palco”.

‘Começar Tudo Outra Vez’, trabalho de Raquel André e Tonan Quito, “fala também de memórias”. Sobe ao placo do Grande Auditório, às 21h30, do dia 20 de março. Na reta final, dias 21 e 22, “a grande estreia”: ‘Tudo o que ela calava’, com a direção da Ângela Marques e Fernando Moreira, no sábado, às 21h30, e domingo, pelas 18h00.

O programa chega ao fim nos dias 26 e 27, a celebrar o ‘Dia Mundial do Teatro’, com a peça ‘Restaurante Europa’, mais uma estreia que “fala sobre a realidade”. “É um texto e encenação da Marta Freitas Almendra com os Artistas Independentes, e é de facto importante sobre estas questões relacionadas com a própria empatia, porque nós temos que refletir sobre estas questões”, refere.

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Marcelo Hermsdorf
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Jornalista na RUM

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