presidenciais: Taxa de abstenção subiu mas Braga volta a liderar ida às urnas

O distrito de Braga liderou, mais uma vez, a ida às urnas durante estas eleições presidenciais, com a região a registar uma taxa de abstenção de 36,01%, contra a média nacional de 49,91%.
Apesar da ligeira subida registada entre a primeira e a segunda volta das presidenciais, de 33,24% para 36,01%, mais de meio milhão de eleitores do distrito de Braga dirigiram-se às mesas de voto, este domingo, dia 8 de fevereiro.
Na opinião de Paulo Sousa, mentor do ‘Movimento de Cidadania Contra a Indiferença’, este números mostram a “resiliência, a resistência e a vitalidade no exercício da cidadania política ativa dos minhotos”.
“O que isto vem demonstrar é o grau de maturidade dos minhotos, em particular dos bracarenses, da necessidade de exercer o seu direito, mas também o seu dever.”
Para o responsável, as maiores taxas de abstenção, nos concelhos do interior do distrito, devem-se sobretudo às “dificuldades de mobilidade” que se registaram por causa do mau tempo.
Foram sete os concelhos que registaram valores de abstenção superiores a 40%: Vila Verde com 40,19%, Póvoa de Lanhoso com 40,76%, Fafe com 42,10%, Terras de Bouro com 42,35%, Celorico de Basto com 44,39 %, Vieira do Minho com 45,59% e Cabeceiras de Basto com 46,33%.
Nos restantes sete municípios, a fasquia ficou na casa dos 30% com Guimarães, mais uma vez, a liderar a ida às urnas com 32,97% de abstenção, seguindo-se Famalicão com 33,58%, Barcelos com 33,66%, Vizela com 34,97%, Braga com 36,01% Amares com 36,34% e Esposende com 38,07%.
