Ação Social. Governo compromete-se com académicas a estudar impacto das medidas em vigor

Reforço de financiamento da ação social das universidades e politécnicos, simplificação de candidaturas e conclusão de novas residências universitárias, entre os temas abordados este fim-de-semana numa reunião entre dirigentes académicos e ministro.

O Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, comprometeu-se junto das associações e federações académicas a levar a cabo um estudo que permita avaliar o real impacto das medidas em vigor no que respeita à ação social no ensino superior. Esta terá sido uma das garantias deixadas pelo governante, na reunião que aconteceu nos últimos dias em Coimbra, e que contou com a presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUMinho), Margarida Isaías.

“Mesmo nós, quando olhamos para a ação social, o regulamento das bolsas de estudo é muito confuso. E se é assim para nós, dirigentes associativos, que estamos muito por dentro de tudo isto, para um estudante ainda mais difícil é perceber que tipo de apoios é que têm, como é que conseguem aceder. Portanto, acho que uma análise mais a fundo de todos os apoios, documentos e uma simplificação, é benéfico para todos”, reconhece.

Em declarações à RUM, Margarida Isaías considera esta decisão “sensata” até porque a ação social “é a primeira prioridade e preocupação” da AAUMinho e das restantes académicas. Lembrando que na UMinho, os estudantes “têm sentido muitas dificuldades com o aumento de preços em tudo o que são os serviços de ação social, desde alojamento, alimentação, desporto”, a representante máxima dos estudantes da academia minhota alerta que “torna-se insuportável”, uma vez que, apesar da revisão do financiamento das instituições de ensino superior no ano transato, a mesma não foi “finalizada” no que respeita aos Serviços de Ação Social. 

Uma das preocupações centrais apresentada pelas académicas ao ministro respeita à concretização das residências universitárias. Além disso, com muitas residências a entrar em obras de recuperação, “é preciso encontrar soluções para os estudantes que vão ficar sem estas camas” nos próximos meses, avisa.

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Elsa Moura
Elsa Moura

Diretora de Informação

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