Nova diretora do museu de Arqueologia quer bracarenses no museu a ler e a conviver  

Alexandra Cerveira Lima, Diretora do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, esteve na RUM para um balanço deste primeiro ano à frente do espaço cultural e dos objetivos traçados para os próximos tempos.

A diretora do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, Alexandra Cerveira Lima, quer aproximar o espaço cultural da sociedade civil, lembrando que os museus “são de todos” e devem ser usados diariamente, nomeadamente através da biblioteca, da cafetaria e dos jardins.

Com 56 mil visitantes registados no ano passado, Alexandra Cerveira Lima diz que a sociedade civil precisa de olhar de outra forma para estes espaços. “As pessoas não têm e não devem ir aos museus falar baixinho, com ar circunspeto porque é um espaço de uma entidade terceira, e que as pessoas estão ali de passagem, não. As pessoas têm de perceber que os museus são absolutamente de todos e, portanto, podem e devem usá-los de qualquer forma”, sublinhou.

O museu de arqueologia pode ser frequentado diariamente para outras atividades, nomeadamente para quem pretende o recato de uma biblioteca para estudar. “Da mesma forma que as pessoas usam muito o jardim do Museu dos Biscainhos porque é gratuito, a verdade é que o Museu D. Diogo de Sousa tem, não só os jardins gratuitos, como tem também uma biblioteca de acesso gratuito, que tem wifi. É importante que as pessoas percebam que é mais um espaço fruível na cidade e que é deles”, defende.


E para atrair mais pessoas para o museu, a comunicação e mediação do espaço é obrigatória, acrescentou à RUM a Diretora do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa que lembra que várias valências do espaço estão abertas ao público diariamente.

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Elsa Moura
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