Centros de investigação da UMinho podem incluir contratos de carreira nos orçamentos

Dos 374 que fazem parte atualmente da academia minhota, 36 são investigadores de carreira.

Os centros de investigação da Universidade do Minho vão passar a ter autonomia para incluir os contratos dos investigadores de carreira nos respetivos orçamentos. A novidade foi adiantada, esta segunda-feira, numa conversa entre a reitoria e a classe profissional, pelo vice-reitor para a Investigação e Inovação.

De acordo com Eugénio Campos Ferreira, “o aviso para a avaliação dos centros de investigação vai abrir em breve” e, a partir daí, será “possível incluir nos orçamentos o pagamento dos contratos de carreira”. “Era uma possibilidade que não existia. Agora é uma questão de cada centro prever o financiamento ou o cofinanciamento nessa matéria”, assinala.

Dos 374 que fazem parte atualmente da academia minhota, 36 são investigadores de carreira. Os restantes têm contratos a termo.

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Tiago Barquinha
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