USB e MDM promovem tertúlia sobre impacto da Revolução de Abril na saúde

Um dos objetivos passa por perceber como era ser profissional de saúde ou como era precisar deste tipo de cuidados durante a ditadura.  

A União dos Sindicatos de Braga (USB) e o Movimento Democrático de Mulheres (MDM) promovem esta quinta-feira uma tertúlia no âmbito das comemorações do 25 de Abril. O evento está agendado para as 17 horas, no Café Viana.


A iniciativa intitulada ‘As portas que Abril abriu [O direito à Saúde]’ propõe perceber o que mudou com a revolução, quer para os profissionais de saúde, quer para os utentes, mais concretamente para as mulheres.


Raquel Gallego, da USB, sublinha a importância destes eventos para “recordar a ditadura e estar consciente das conquistas alcançadas”. De acordo com a responsável, a tertúlia vai contar com “testemunhos interessantes” de pessoas que viveram a ditadura na “própria pele”. 

Com moderação de Helena Peixoto, dirigente do Sindicato da Função Pública, a conversa conta com a participação de vários convidados, nomeadamente dos médicos Joaquim Pereira e Rodrigues Dias, da enfermeira Maria Augusta, da utente Camila Pereira e de Manuela Silva, em representação do MDM.

A criação do Serviço Nacional de Saúde é um dos temas da iniciativa que, segundo Raquel Gallego, se trata “de uma das maiores conquistas, com o fim da ditatura”. O acesso à saúde por parte de utentes mulheres e a evolução das carreiras de médico e enfermeiro serão assuntos também abordados.

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Catarina Martins
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