Árvore dos Sonhos já ofereceu mais de mil prendas aos utentes de IPSS de Braga

A 8.ª edição da iniciativa do município de Braga já permitiu concretizar mais de mil sonhos. Só este ano, foram entregues 163 prendas.
Altino Bessa, vice presidente da CMB, e Daniela Pinto, monitora do IRIS

Em Dia de Reis, a árvore dos sonhos deu frutos, em Braga. Camisolas, cachecóis, perfumes ou sapatilhas eram os desejos dos utentes de noves instituições de solidariedade social, que foram apadrinhados pela sociedade civil.

A 8.ª edição da iniciativa do município de Braga já permitiu concretizar mais de mil sonhos. Só este ano, foram entregues 163 prendas.

O momento foi assinalado, simbolicamente, esta terça-feira. A data, explica o vice-presidente da autarquia, Altino Bessa, não foi escolhida ao acaso.

Em Dia de Reis, abrem-se os embrulhos também em Braga. “A Árvore dos Sonhos é uma das ações de solidariedade mais transversais que acontecem no município de Braga. Já atribuímos, nestas 8 edições, 1.100 prendas”, denotou. Este ano, a árvore que foi colocada junto ao Posto de Turismo contava com 123 desejos afixados. A procura por concretizar estes sonhos foi tanta, que a autarquia desafiou as instituições a partilharem mais 40 desejos. “Só nesta edição entregamos 163 prendas a estas nove instituições”, frisou Altino Bessa.

Em causa estão IPSS, que acolhem “pessoas com deficiência, com necessidades específicas e crianças que foram retiradas às famílias”.

Os desejos são tão simples como “uma camisola quentinha, um pijama ou um fato de treino”, mas a felicidade e o sorriso no momento de desembrulhar o presente não deixa ninguém indiferente.

“Não sabemos quem são as pessoas que atribuem as prendas, mas normalmente vão ao comércio local, criando alguma dinâmica económica, que para nós é importante de valorizar”, afirmou o vice-presidente.

Não há sonhos que fiquem sem destino, uma vez que a Câmara de Braga assume os desejos que ninguém tenha apadrinhado.  

“Este ano foi o ano em que nós demos mais prendas, porque houve uma maior adesão por parte da população”, fez ainda saber Bessa.

Daniela Pinto é monitora no Instituto de Reabilitação e Integração Social (IRIS), uma das instituições que beneficia da iniciativa. “É uma iniciativa muito boa, elas ficam super felizes. Normalmente, pedem uma coisa básica, porque tentámos incutir nelas que peçam algo que usem”, afirmou. A par dos desejos, os ‘padrinhos e madrinhas’ acabam por ser generosos e, além do pedido, acrescentam sempre “mais um miminho”.

“Elas estão sempre à espera da Árvore dos Sonhos. São sonhos simples, mas que as deixam felizes”, finalizou Daniela Pinto.

A 8.ª edição voltou a mobilizar a comunidade para ajudar a tornar realidade os desejos de crianças e jovens da APPA-CDM (Gualtar, São Lázaro, Fraião e Lomar), Centro Cultural de Santo Adrião, Fundação Bomfim, IRIS, Centro Novais e Sousa e Cruz Vermelha Portuguesa – Projecto Sem-Abrigo.

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Liliana Oliveira
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