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A Interjovem considera o novo programa do Governo para combater o desemprego entre os mais jovens, um incentivo à precariedade. Para o movimento sindical as medidas denominadas “Impulso Jovem”, baseiam-se na injeção de capitais nas empresas que contratem jovens, podendo-lhes pagar o salário mínimo nacional, independentemente das suas qualificações. Para Anabela Laranjeiro, da Interjovem, o impulso jovem "não responde às reinvindações pelo trabalho estável e com direitos". A sindicalista recorda que a maioria das ofertas de trabalho para jovens "são com recursos a vínculos precários", e por isso, o movimentp sindical não pode mostrar-se favorável a isso". Anabela Laranjeiro alerta que "o país não pode andar mais para trás". A interjovem está contra o impulso jovem proposto pelo governo para combater o desemprego e garante voltar à rua, já no próximo sábado, em Lisboa, por esta e outras razões, entre elas o trabalho precário, o aproveitamento dos empresários face à crise, o encerramento de empresas e os baixos salários. |