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Os estudantes da Universidade do Minho participaram ontem em mais uma Reunião Geral de Alunos para discutir, em especial, os problemas de acção social no Ensino Superior. Em causa está um possível aumento das propinas em trinta euros, no próximo ano letivo. Os estudantes estão determinados em lutar até ao fim pelo não aumento. A Associação Académica da Universidade do Minho apresentou ontem uma moção que foi aprovada na RGA, que decorreu no Campus de Azurém, em Guimarães. Entre os pontos relacionados com a acçao social, Hélder Castro, presidente da AAUM, destacou em declarações à RUM, “a importância de traçar um quadro do atual panorama de apoios sociais: percebermos se havia muitos estudantes a passar necessidades. Discutirmos o assunto das propinas, desde o aumento sugerido pelo CRUP, bem como a questão das penhoras relativas às propinas em dívida, que surgiram nos últimos dias. Era importante traçarmos e fazermos um levantamento cuidado dos problemas que estão a aparecer, para ser possível avançar com uma posição com algumas exigências que serão feitas à Secretaria de Estado do Ensino Superior bem como à Universidade do Minho". Uma RGA com especial enfoque na ação social, como já era esperado. "Ficou vincada uma posição contrária ao aumento das propinas", frisou ainda o Presidente da AAUM, Hélder Castro. "Provavelmente será agendada para dia 23 nova RGA para discutir o ponto de um possível aumento, definindo uma ação simbólica de reinvindicação relativamente aos apoios sociais e ao próprio financiamento do Ensino Superior". A AAUM apresentou ontem uma moção, que foi aproovada e que tem como objetivo apelar, entre outros pontos, à secretaria de estado do ensino superior que a data de apresentação do requerimento de bolsas de estudo para estudantes já inscritos, seja antecipada o mais rápido possível. O próximo Conselho Geral da Universidade do Minho está marcado para o dia 21 de maio, onde será votado um aumento ou não de propinas, em trinta euros. Os representantes dos alunos estão certos da sua posição: "contrária ao aumento das propinas", rematou Hélder Castro. |